Pérola-da-terra ou
Margarodes
Frutas hospedeiras
  Eurhizococcus brasiliensis (Hempel 1922)
  Homoptera:Margarodidae
Descrição e biologia
Hospedeiros e dispersão
Reconhecimento, ocorrência e danos
Controle
Em perspectiva
         A pérola-da-terra é uma cochonilha subterrânea que infesta as raízes das plantas, tanto cultivadas como silvestres (Figura 48). Ocorre na região Sul do Brasil, de onde se acredita que ela seja nativa. Várias plantas frutíferas são atacadas por essa cochonilha, porém, ela só é considerada praga importante na cultura da videira (Figura 49).
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Figura 48
         A pérola-da-terra encontra-se distribuída por toda a principal região vitícola de Santa Catarina e em alguns municípios produtores da serra gaúcha, no Rio Grande do Sul, sendo um dos fatores responsáveis pela diminuição da área plantada e pelo desestímulo a novos plantios. Também ocorre em alguns municípios do Estado do
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Figura 49
Paraná e de São Paulo, provocando a interdição de áreas para produção e comercialização de mudas de plantas frutíferas. Recentemente a pérola-da-terra foi constatada atacando videira no Vale do São Francisco, em Petrolina, PE.

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Descrição e biologia

         A pérola-da-terra apresenta reprodução partenogenética facultativa e desenvolve uma geração por ano, num ciclo como descrito a seguir (Figura 50). Partindo-se do cisto com ovos, fase que ocorre de novembro a janeiro e caracterizada pelo cisto se apresentar branco acizentado, repleto de ovos, bastante frágil e quebradiço (Figura 51); evolui-se para a fase de rompimento e liberação de ovos e ninfas móveis.
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Figura 50
          Nesta fase, que ocorre de fevereiro a março, o grande número de ninfas eclodidas pressiona e rompe as frágeis paredes do cisto, permitindo sua dispersão para outros sítios de infestação (Figura 52).
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Figura 51
          Formigas doceiras, principalmente a formiga argentina, Linepithema humile (Mayr) (Figura 53), se associam aos cistos de pérola-da-terra em busca dos excrementos açucarados da cochonilha. Desta associação resulta também um aumento da dispersão da praga dentro do parreiral, pois as formigas transportam as ninfas móveis recém eclodidas de um local para outro, adotando-as como suas próprias crias.
Clique para ampliar Figura 52
          Após a fixação das ninfas móveis nos sítios de infestação (partes de raízes livres de solo presentes nas câmaras de larvas e pupas dos formigueiros), ocorre o processo de formação do cisto, que vai de março a outubro. As ninfas crescem e assumem o formato esférico. Com o decorrer das mudas, perdem as pernas e secretam a carapaça
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Figura 53
quitinosa que envolve todo o seu corpo. Ao final do processo as ninfas apresentam-se como corpos globosos (6,5 a 10 mm de comprimento) de coloração amarela intensa com brilho nacarado, denominados cistos ou pérolas-da-terra (Figura 48).
          Quando as formigas se ausentam da associação os cistos costumam ficar incrustados dentro de pelotas coriáceas de cor escura. Estas "cascas" resultam do desenvolvimento de fungos no líquido açucarado expelido pelas cochonilhas (Figura 54).
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Figura 54
          O completo desenvolvimento destes cistos geralmente origina fêmeas dermestóides móveis (ou fêmeas ambulatórias) (Figura 55), que podem morrer dentro do cisto após efetuarem a postura ou então, romper o cisto e subir a superfície do solo para um eventual acasalamento; retornando em seguida para dentro do solo.
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Figura 55
          Não muito comum, o desenvolvimento dos cistos pode originar machos dermestóides móveis, que passados cerca de 45 dias, se transformam em pseudopupas próximo a superfície do solo; das quais 20 dias após, emergem os machos alados (Figura 56). Estes machos não vivem mais que dois dias e durante sua breve vida apenas procuram fêmeas na superfície do solo para realizar a cópula.
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Figura 56
          Pouco conhecimento se tem acerca de ovos fecundados. Sabe-se que são postos livres no solo, num característico "cordão de contas", porém seu desenvolvimento ainda não foi observado em laboratório. A própria origem dos machos da espécie, se de ovos partenogenéticos ou fecundados ainda permanece obscura.
          Durante o período hibernal, mesmo estando a planta sem folhas, os cistos jovens de pérola-da-terra não interrompem seu desenvolvimento. As transformações são mais lentas, porém o inseto se mantém ativo. Cistos que chegam ao inverno já completamente formados, parecem entrar em quiescência hibernal, caracterizada pelo não aparecimento de posturas durante o período adverso de baixas temperaturas. Não parece se tratar de diapausa, pois estes cistos se transferidos para condições favoráveis artificialmente, entram em reprodução transformando-se em cistos com ovos.

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Hospedeiros e dispersão

          Mais de 65 espécies de plantas, entre cultivadas e silvestres, já foram relatadas como hospedeiras da pérola-da-terra. Entre as de maior importância econômica estão a videira, roseira e todas as frutíferas de clima temperado (Tabela 17).
          A dispersão da pérola-da-terra pode ocorrer por vários meios, porém o principal é aquele promovido pelo homem, através da movimentação de mudas enraizadas infestadas pela praga. E não apenas de mudas de videira, mas de qualquer outra frutífera de clima temperado e plantas ornamentais ou temperos.
          Além desta forma de dispersão, já foi observado carregamento de ninfas móveis por águas de enxurradas e pelas formigas doceiras.

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Reconhecimento, ocorrência e danos

          A ação de sucção de seiva nas raízes da videira provoca um definhamento progressivo, com redução de produção e mesmo morte de plantas. Em plantas infestadas as folhas apresentam-se com um amarelecimento entre as nervuras, semelhante à deficiência de magnésio (Figura 57). Os bordos da folha se encarquilham para dentro, ocorrendo em alguns casos queimaduras nas bordas.
Clique para ampliar Figura 57
          Plantas com estes sintomas geralmente tem baixo vigor, entrenós curtos, entram em declínio e morrem (Figura 58). Eventualmente, a pérola-da-terra pode provocar a morte de mudas de ameixeira ou mesmo quivizeiro, especialmente se forem mudas fracas ou plantadas sem os devidos cuidados.
Clique para ampliar Figura 58
          Insetos em diferentes estágios de desenvolvimento podem ser encontrados na mesma planta durante todo o ano, porém em determinados períodos prevalecem determinadas formas. Assim, a confirmação do diagnóstico fica mais fácil de maio a janeiro quando prevalecem os cistos grandes.
          No solo, o inseto fixado em raízes, já foi encontrado até a profundidade de 1m, porém a maior concentração de cistos fica na faixa de 5 a 30 cm de profundidade, em raízes com diâmetro ao redor de 8 mm.

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Controle

           Devido ao hábito subterrâneo da cochonilha, aliado ao desenvolvimento da forma de cisto, os métodos convencionais de controle de pragas não atuam contra a pérola-da-terra. O uso de inseticidas sistêmicos em formulação granulada aplicados no solo, tem resultado nos melhores casos em torno de 60 a 70% de eficiência, que pelo potencial reprodutivo da praga, não é suficiente para manter as plantas livre de ataque.
           Diante deste quadro, são apontadas algumas medidas para evitar o problema ou tentar minimizá-lo. Quando da implantação de um parreiral novo, uma inspeção prévia deve ser realizada no local, durante a lavração, examinando-se o solo e algumas plantas nativas para a detecção da praga. Áreas naturalmente infestadas devem ser descartadas. O plantio de bacelos de porta-enxerto no local definitivo do vinhedo é a garantia de não introdução da praga na área, através do material vegetativo. No caso de se utilizarem mudas no plantio, deve-se preferir aquelas produzidas em sacos plásticos em ambiente protegido e isento da praga. Mudas de raiz nua deverão ser rigorosamente vistoriadas antes do plantio, rejeitando-se lotes infestados pela praga. No caso de dúvida quanto à infestação, as mudas poderão receber um tratamento de expurgo com fosfina para eliminar o inseto (1 pastilha de 3g/m3 por 72 horas).
           As adubações devem ser feitas, sempre que possível, com adubos orgânicos, pois tem-se observado um efeito prejudicial da matéria orgânica ao desenvolvimento da pérola-da-terra. A manutenção de outras práticas culturais, como um bom preparo do solo (subsolagem), uso de material livre de vírus e eficiente controle de doenças e pragas da parte aérea, condiciona às plantas maior vigor, tornando-as menos sensíveis a ação da pérola-da-terra.
           A eliminação de ervas invasoras constitui-se em prática cultural importante no controle da pérola-da-terra. Algumas ervas espontâneas, como a língua-de-vaca (Rumex spp.), que possibilitam a criação do inseto, transformam-se em repositórios naturais da praga e por isto devem ser eliminadas do parreiral.

           Em parreirais implantados onde a praga venha a se estabelecer, além das medidas citadas, pode-se fazer uso dos inseticidas sistêmicos granulados (Tabela 18), contudo com as ressalvas já mencionadas anteriormente. As melhores épocas para aplicação destes produtos seriam nos meses de setembro (primeira aplicação) e dezembro (segunda aplicação), quando se atingiria melhor a fase de ninfa móvel, mais sensível a ação dos produtos. Contudo, para adoção destas épocas, o viticultor deverá estar consciente de que a produção será perdida, pois a uva colhida estará contaminada pelo ingrediente ativo utilizado. A alternativa a estas épocas seria imediatamente após a vindima e em setembro, porém não tendo o mesmo efeito sobre a fase mais frágil da praga.

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Em perspectiva

          O controle da pérola-da-terra por encharcamento ou quimigação, em fase experimental de desenvolvimento, tem se mostrado muito promissor. Neste método, a calda inseticida ao invés de ser pulverizada nas plantas, é aplicada em regadura circundando os troncos na proporção de 20 litros/m2 (Tabela 18). A calda penetra no perfil do solo e atinge as cochonilhas, promovendo o controle. Dependendo do estágio de desenvolvimento dos cistos, até 100% de mortalidade é obtida.
           A princípio, o controle por encharcamento não deve ser realizado com solo muito seco nem demasiadamente úmido, para não haver perda de infiltração ou de concentração do ingrediente ativo. A aplicação no solo com teor de umidade próximo à capacidade de campo seria o ideal. Duas aplicações estão sendo projetadas, sendo a primeira após a queda das folhas e a segunda no início de brotação.
           O controle por encharcamento, pelo alto consumo de calda, deve ser direcionado para as áreas mais infestadas do parreiral e ser expandido gradativamente. Nas áreas onde a infestação ainda é baixa, deve-se recorrer as outras medidas para minimizar o problema.

           Novas opções de porta-enxerto, principalmente híbridos de Vitis rotundifolia como o 043-43 ou 039-16, vislumbram a possibilidade de, num futuro próximo, serem empregados para minimizar o problema de ataque da pérola-da-terra.

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